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Cloud Native – 6 principais erros ao migrar sua infraestrutura para nuvem

Cloud native é um modelo de desenvolvimento de aplicações otimizado para a computação em nuvem. Funciona como um conjunto de microsserviços independentes, que ficam encapsulados e facilitam a migração para ambientes distintos.

As vantagens da migração de infraestrutura para nuvem são várias, pois torna dinâmico o processo de construir e operar aplicações. A arquitetura cloud native em geral foca em automação de tarefas e de provisionamento, containers e sua orquestração.

Segundo levantamento do Gartner, mais de 70% das empresas já migraram pelo menos uma parte da sua infraestrutura para a nuvem pública. Essa tendência seguirá aumentando à medida que as organizações já planejam aumentar a adoção da nuvem após a pandemia de COVID-19.

Ainda segundo o relatório, a previsão é que até 2024, 60% dos líderes de infraestrutura e operações terão o limite do seu orçamento ultrapassado com custo da nuvem pública que afetarão negativamente seus orçamentos locais.

Tendo isso em vista, muitas empresas já adotaram esse modelo, mas nem todas fizeram da forma correta, por isso vamos mostrar os erros mais comuns que líderes da área de tecnologia cometem ao não tomar as devidas precauções.

Veja como não cometer alguns erros básicos na hora de migrar a infraestrutura da sua empresa para a nuvem.

1 – Equipe sem experiência em Cloud Native

A escolha de um parceiro correto para realizar a migração é um ponto chave para uma estratégia de migração da infraestrutura para a nuvem. No entanto, muitos líderes não obedecem um critério técnico e selecionam um parceiro de migração com base em custo, ao invés de experiência.

Há casos também em que as empresas cortam o parceiro implementador da migração e entregam o projeto nas mãos de uma equipe interna, sem a competência técnica para a função. Ambas as escolhas geralmente levam a resultados desastrosos, aumentando os custos a longo prazo.

Caso opte por implementar a migração internamente, é sempre importante escolher o parceiro ideal para capacitar a sua equipe.

2 – Falta de critério ao migrar projetos para nuvem

Sem a orientação e os conhecimentos necessários, muitos líderes são levados pelo ímpeto de mover rapidamente suas aplicações e cargas de trabalho para a nuvem. Por consequência, acabam por  priorizar a abordagem de “lift and shift“, realizando o processo de migração para nuvem sem modificá-las. Para muitos aplicativos locais, no entanto, a melhor mudança para os negócios pode ser nenhuma mudança.

Uma ótima alternativa é fornecer o aplicativo nativamente na nuvem ou até mesmo substituí-lo inteiramente por uma alternativa baseada em SaaS.

3 – Avaliação das aplicações realizadas de forma prematura

Avaliar a aplicação ainda em fase inicial de um projeto de migração cloud native é um fator crítico, pois ajuda a determinar qual a melhor abordagem de migração a ser utilizada para cada aplicação.

Movidos pela afobação ou apenas falta de conhecimento, algumas empresas não avaliam totalmente as cargas de trabalho a serem migradas, o que pode resultar em especificações incompletas dos requisitos de migração e aumento do escopo downstream.

4 – Implementar Cloud Native sem planejar “zona de aterrissagem”

É primordial arquitetar e implementar de forma correta os ambientes de “zona de aterrissagem” da nuvem subjacente para os quais as cargas de trabalho são migradas. Quando esse passo importante não é feito, pode ocasionar em um aumento dos custos de segurança e conformidade.

A configuração dessa zona deve incluir uma lista contendo:

  • O projeto de estruturas de conta;
  • Federação para diretórios de identidade;
  • Rede de nuvem privada virtual;
  • Funções de controle de acesso baseado em conjuntos de regras e infraestrutura para monitoramento, segurança e gerenciamento de configuração.

Antes de iniciar sua migração, verifique se essas configurações estão mapeadas e incluídas no escopo de trabalho. É importante pensar em cada detalhe, pois isso pode custar um tempo precioso para reparação de erros futuros.

5 – Não avaliar os possíveis gargalos

É muito importante avaliar a aplicação para descobrir possíveis gargalos após a migração cloud native. Não ter uma equipe especializada para descobrir e considerar as interdependências entre os sistemas locais que são migrados pode ocasionar no agrupamento e ordenação incorretos de migrações de aplicações, atrasos em cascata e problemas com desempenho de rede.

Não realizar essas verificações pode atrasar totalmente o curso da implementação em nuvem. É papel dos líderes mapear as dependências como parte do processo de avaliação da aplicação e assim garantir cronogramas para as melhores práticas para o processo de migração.

6 – Não avaliar custo para implementação de aplicações Cloud Native

Certamente avaliar custos é algo que todo líder deve fazer, só que mais importante do que realizar essa etapa, é fazê-la de maneira correta. Muitos não levam em consideração os custos indiretos do projeto, como aqueles operacionais para operar efetivamente na nuvem pública, ou os custos residuais da capacidade desocupada no data center. São detalhes que muitas vezes não são levados em conta, mas descartar a sua antiga estrutura também gera custos, então, leve-os em consideração.

A Vertigo é especialista em soluções Cloud Native

Agora que você já sabe os devidos cuidados que deve ter para realizar a migração cloud native na sua empresa, dê o próximo passo rumo à Transformação Digital do seu negócio.

Toda a implementação em nuvem faz parte da cultura DevOps, presente no método de trabalho que a Vertigo implementa há muitos anos nos seus clientes. Entre em contato com quem realmente entende de migração em nuvem e tem uma equipe especializada para planejar, implementar e executar o seu projeto.


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Marketing Vertigo