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As seis melhores práticas de cloud native para líderes de TI

À medida que adotam novas tecnologias de nuvem, muitas empresas começam a acumular diversos desafios. Principalmente porque há divergências entre líderes e desenvolvedores sobre quais são – ou deveriam ser – as prioridades para migrações cloud native.
Existem diversas práticas que os desenvolvedores desejam que os líderes de TI entendam e apliquem para enfrentar os desafios das empresas que estão realizando esta transição de tecnologias cloud native.
Neste artigo reunimos algumas práticas recomendadas por técnicos de TI para preparar sua organização para o sucesso. Boa leitura!

Entenda o que a tecnologia não consegue realizar

Uma discussão comum entre desenvolvedores é que os líderes precisam entender que a computação em nuvem não é mágica. Ou seja, não depende só dela resolver problemas de negócios. 
Migrar aplicações para contêineres ou arquitetura serverless não necessariamente economiza dinheiro para sua organização, ou libera tempo de trabalho para seus desenvolvedores. Passe algum tempo com sua equipe e entenda o que não pode ser resolvido puramente com soluções técnicas.
Coloque seus objetivos de negócios em primeiro lugar e pense em como a tecnologia pode atender melhor a cada um deles, mas sem acreditar que somente a sua implementação resolverá tudo.

Financie corretamente seus projetos

Transferir aplicações legadas do seu data center para nuvem pública ou cluster Kubernetes será um esforço perdido se não for possível tirar o máximo proveito dessa infraestrutura. 
Isso significa dedicar os recursos necessários para redesenhar ou substituir aplicações. Caso contrário, os gastos com infraestrutura podem acabar sendo desperdiçados.

Crie novas aplicações em microsserviços

Os microsserviços permitem que seus desenvolvedores avancem com mais rapidez, trabalhando de forma autônoma, em funcionalidades distintas, sem se preocupar com a quebra do código de outros times. 
Também é possível evitar que suas equipes repliquem o trabalho umas das outras, porque qualquer aplicação pode utilizar um microsserviço bem projetado, independentemente da sua origem de criação.
Isso significa um software mais confiável, construído mais rapidamente por uma equipe de desenvolvedores mais satisfeita com seu trabalho. 
Comece criando novas aplicações com arquitetura orientada a microsserviços. À medida que suas equipes se reorientam para essa nova maneira de criação, será mais fácil reorganizar para microsserviços as aplicações já existentes.

Pare de alimentar sua infraestrutura

Deixar os seus desenvolvedores construindo e sustentando um sistema de autenticação customizado agrega valor ao seu negócio? É realmente necessário manter todos esses bancos de dados? 
Com muita frequência, a equipe de TI fica presa na manutenção de aplicações que poderiam ser facilmente terceirizadas para cloud providers, o que permitiria redirecionar seus esforços para um trabalho mais valioso.
É preciso fazer uma avaliação clara do cenário da sua TI e pensar sobre o que deve ser feito internamente ou não. Em alguns casos, pode custar mais caro terceirizar um serviço, porém vale a pena justamente para liberar pessoal para operações mais inovadoras.

Reorganize suas equipes sempre que necessário

Conforme as equipes de desenvolvedores voltam a se concentrar na construção de microsserviços e terceirizam as tarefas mais commodities, pode ser necessário mudar a formação do seu time.
Alguns desenvolvedores, por exemplo, podem se tornar responsáveis ​​por microsserviços utilizados ​​por vários departamentos diferentes. Já algumas organizações podem descobrir que a gestão de serviços em nuvem é uma tarefa completa em si.
Da mesma forma, a mudança do processo clássico de desenvolvimento para processos mais ágeis e com a utilização de CI/CD provavelmente também exigirá mudanças organizacionais. Não mantenha o seu organograma estático enquanto seu trabalho de construção se torna dinâmico.

Combine configuração com automação

Uma das maiores diferenças entre desenvolvedores e líderes de TI é que o primeiro costuma preferir o controle que vem a partir de estruturas altamente configuráveis, enquanto o segundo, com frequência, acha mais desejável que suas organizações migrem o máximo possível para total automação. 
É importante que todos entendam as compensações envolvidas em ambos os casos e tomem decisões firmes de acordo com cada situação. Pode haver boas razões técnicas para manter mais controle e personalização de uma determinada aplicação. Em outros casos, a gestão precisará deixar claro para os seus desenvolvedores que alguns recursos simplesmente não são de alta prioridade e podem ser terceirizados.

Conclusão

Podemos resumir essas práticas recomendadas em uma única palavra: comunicação. A mudança em direção a ambientes cloud native é uma das maiores na história do desenvolvimento de software. 
Os líderes de TI precisam trabalhar em estreita colaboração com as equipes técnicas para garantir que todos entendam os objetivos do negócio e como a estratégia de tecnologia se encaixa em cada situação ou momento.
Tecnologia cloud native requer investimento em uma nova maneira de pensar a TI,  com novos paradigmas de construção. No entanto, muitos conceitos convencionais permanecem necessários, como um bom design e testes automatizados.
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