Posts Tagged ‘Vertigo Tecnologia’

O impacto da personalização e da monitoria nos ecommerces

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Gartner Digital Marketing Transit Map

A gestão de um negócio de e-commerce apresenta desafios bem diferentes daquelas de um negócio em que existe um contato presencial com o consumidor ou visitante. O convencimento para uma conversão de vendas precisa de novas ações e com isso novos indicadores, uma vez que, a arena digital é nova e tudo está sendo criado agora! A grande questão é identificar a melhor forma de se relacionar com cada uma dessas parcelas de consumidor e existem diversas ferramentas que ajudam a mapear a jornada de compra de cada consumidor INDIVIDUALMENTE, estabelecendo assim touchpoints personalizados. Estamos na fase do omni-channel no varejo.

Como na maioria das empresas, o principal objetivo é entender e melhorar a proposta de valor do negócio, as questão tecnológicas acabam atuando como pano de fundo e em alguns casos não possuem grandes destaques dentro da empresa. Afinal, em um negócio físico ou virtual, qualquer gestor só consegue convencer a diretoria de que precisa adotar essa ou aquela solução a partir de bons argumentos, comprovando que erros vitais serão evitados e até mesmo mostrando um racional para o cálculo do ROI, não é mesmo?

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API pública ou privada, como escolher?

api-icon-connect   Com a adoção cada vez maior de APIs, empresas estão ganhando novas maneiras para diversificarem e aumentarem o lucro de seus negócios. A maior rentabilidade, possibilidade de aumentar o market share e a escalabilidade de sistemas são apenas algumas das várias razões para companhias criarem as suas próprias interfaces de comunicação. Mas a escolha entre um modelo de API pública, privada ou mista muitas vezes confunde gestores e pode acabar prejudicando a empresa. Cada modelo tem as suas vantagens e desvantagens. APIs públicas, por exemplo, melhoram o relacionamento de companhias com desenvolvedores e criam novos modelos de negócios, enquanto as privadas aumentam a integração entre equipes e melhoram a produtividade, mas só uma boa estratégia pode te ajudar a escolher entre o modelo adotado pela Netflix e ESPN (privada) ou pelo Twitter e o Facebook (pública). Com a decisão certa, os lucros são maximizados sem que dados sensíveis ou a estabilidade dos sistemas sejam comprometidos. Uma das principais considerações que devem orientar a sua tomada de decisão, é a clara distinção entre APIs públicas e privadas. Uma interface é definido como pública ou privada, dependendo se ele tem como alvo desenvolvedores externos ou internos. Neste post, vamos explicar a distinção em detalhe e explorar formas que podem impactar seu programa de API.

O dilema entre API pública ou privada

API Privada

Private-APIs-v5 A API privada (Conheça 5 benefícios da API Privada) é uma interface que abre partes de dados, aplicações e funcionalidade do back-end de uma organização para que desenvolvedores, internos, usem essas informações e dados. As novas aplicações criadas pelo pessoal de desenvolvimento podem ser distribuídas publicamente, mas a interface administrativa não está disponível para quem não trabalha diretamente para o editor dessa API. APIs privadas podem reduzir significativamente o tempo e os recursos necessários para:
  • integrar os sistemas internos;
  • construir novos sistemas;
  • Aumentar a conectividade interna e até a produtividade;
  • criar aplicativos móveis e outros;
Esses benefício estendem o alcance de mercado e agregam valor às ofertas existentes. Ao invés de criar aplicações em silos a partir do zero, os desenvolvedores podem desenhar a partir de um conjunto comum de ativos de software internos, o que é mais rápido e mais barato. O objetivo de um programa de API privada é permitir que os desenvolvedores internos ,que estão construindo novas aplicações, aproveitem os sistemas existentes. Portanto, as necessidades e preferências destes desenvolvedores devem ser levadas em consideração no momento de tomada de decisão dos gerentes de negócios e e da equipe de interface que estão implementando o programa. Há outras considerações que precisam ser mencionadas, tais como:
  • como garantir que o programa atenda ambas as metas do projeto imediatos da organização;
  • Requisitos de conectividade futuras
É vital para lidar com o gerenciamento contínuo de qualquer programa de API! Esse gerenciamento é o que vai garantir a segurança e o desempenho dos sistemas de back-end. Gestão de um programa API privado pode parecer fácil: as interfaces só são expostos a desenvolvedores internos, reduzindo os riscos de segurança; Designers de API tem acesso direto a esses desenvolvedores, tornando mais fácil para criar interfaces amigáveis-dev. No entanto, é importante lembrar que a exposição de interface de software sempre cria uma série de desafios de segurança e gerenciamento. Por exemplo, em muitos casos, essas aplicações irão se comunicar com APIs através da Internet pública ou redes móveis – mesmo se os aplicativos são apenas para uso dos funcionários internos. Há também desafios associados com sistemas que usam diferentes protocolos e padrões de integração.

API Pública

Open-APIs-v5 Uma APIs pública é uma interface que foi projetado para ser de fácil acesso pela população mais ampla da Web e os desenvolvedores móveis. Isto significa que uma API pública pode ser utilizada tanto por desenvolvedores dentro da organização que publicou essa API ou por qualquer organização de desenvolvedores externos que desejam se inscrever para o acesso à essa interface. É lembrar que no Trello, e em outras ferramentas,  você pode fazer acesso usando o seu Gmail. Uma API pública geralmente busca atingir a crescente comunidade de desenvolvedores de aplicativos free-agent. Isso permitirá que a organização estimule o desenvolvimento de aplicativos inovadores ou até soluções inovadores que gerem valor para o negócio principal, sem investir diretamente nos esforços de desenvolvimento. Uma API pública pode ser usada por desenvolvedores internos, mas é importante ressaltar – na maioria dos casos – o sucesso de uma API pública dependerá da sua capacidade de atrair desenvolvedores externos e ajudá-los a criar novas funcionalidades e conexões. Portanto, para os gerentes de negócio e designers de interface, o objetivo fundamental deve ser o de aumentar a quantidade e a qualidade do uso da API; iss significa:
  • ter um público-alvo específico;
  • entregar uma interface e documentação destinada a atender às preferências desse público;
  • realizar de actividades de sensibilização;
  • materiais direcionados.
Também é importante notar que a abertura de uma interface para desenvolvedores externos pode aumentar significativamente os desafios de gerenciamento e segurança associados a essa API.  O aumento dos riscos de segurança representam outro grande desafio associado para quem vai começar a trabalhar com API Pública pois, teoricamente, significa que qualquer desenvolvedor pode acessar sistemas de back-end expostos.

Primeiros passos para adotar uma API

A adoção de um modelo de API demanda planejamento, controle técnico e financeiro. Boas políticas de governança e privacidade permitem que as APIs sejam consideradas seguras e estáveis. Outros pontos também devem ser considerados, tais como:

Infraestrutura

Uma empresa deve estar preparada para suportar o ambiente projetado das requisições de acesso às suas APIs. Ter métricas de crescimento realistas permite que expansões sejam feitas com mais eficiência e sem desperdício de recursos.

Suporte e documentação

A possibilidade de falhas e erros de sistema aumenta junto com o crescimento do número de usuários. Para diminuir o tempo que desenvolvedores gastam solucionando problemas e aumentar a fidelidade aos seus serviços, um bom suporte é fundamental. Parte dele é construído no momento da criação da API por meio de uma documentação que tenha catalogado códigos de erros, bugs conhecidos e tutoriais de uso. Lembre-se: a maioria dos usuários de suas interfaces não estavam ao seu lado no momento em que ela foi criada. Uma API não é, necessariamente, algo que vai beneficiar todas as empresas. Quanto maior o acesso dado a desenvolvedores, maior será o investimento em políticas de segurança e privacidade. Os desafios e as horas gastas com suporte a usuários também aumenta, o que pode tornar a disponibilização das APIs algo proibitivo. Modelos de APIs privadas também podem gerar lucro ao permitir que sistemas internos tenham maior escalabilidade e garantir que dados sensíveis fiquem restritos ao ambiente corporativo.

Conclusão

Independente do modelo escolhido, é importante que as empresas saibam utilizar APIs como um excelente meio para aumentar a fidelidade de seus usuários e ganhar novos parceiros comerciais (Aumente suas vendas usando API). Tanto o modelo de API pública quanto o de APIs privadas possuem as suas vantagens, cabendo à empresa decidir, por meio de suas políticas internas e da sua estratégia de negócios, qual modelo deve ser adotado. Você quer criar suas próprias APIs e quer ajuda de uma especialista? Converse conosco, podemos te ajudar a encontrar o modelo ideal para sua estratégia de API. Aproveite para deixar um comentário ou uma dúvida! Post de Referência: Api Academy

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Outubro Rosa na Vertigo Tecnologia

Vertigo-Outubro-Rosa Olá pessoal, tudo bem? Nesse post não vamos falar sobre TI, vamos falar sobre saúde. Sendo mais específico, sobre o movimento Outubro Rosa, que é comemorado em todo o mundo e que não ia ser diferente na Vertigo. Tão importante quanto comemorar essa data, é lembrar do real objetivo dessa ação! O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama. Empresas, Governos e a população é estimulada a participação dessa data e a falar sobre o assunto. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.
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Uma parte dos colaboradores da Vertigo Tecnologia

Como a Vertigo é uma empresa que possuiu mulheres fantásticas por perto, pois existem as esposas, mães, namoradas, irmãs, amigas e por ai vai. Não queremos que essa data passe em branco, então leia sobre o tema e converse com elas sobre isso!
Destacamos 12 direitos pouco divulgados para as pacientes diagnosticadas com o Câncer de Mama: Diagnóstico e Tratamento do Câncer no Sistema Único de Saúde – SUS. A paciente receberá, gratuitamente, no Sistema Único de Saúde (SUS), todos os tratamentos necessários. Cirurgia reconstrutora da mama feita no SUS ou por Plano/Seguro Privado. Tratamento da doença, medicamentos e material hospitalar nos planos ou seguros privados de saúde.
Resgate do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS. A Lei n° 8.036/90 que instituiu o FGTS, em seu artigo 20, inciso XI, permite que trabalhadores ou qualquer de seus dependentes acometidos pelo Câncer de mama possam efetuar o saque do valor referente ao FGTS. Resgate do PIS/PASEP. No caso do titular da conta do PIS/PASEP, ou qualquer um dos seus dependentes, estar acometido de Câncer de mama, a Resolução CD/PIS-PASEP autoriza o resgate dos valores depositados. Auxílio Doença. pelo INSS Aposentadoria por invalidez Amparo Assistencial. Esse benefício previdenciário é popularmente conhecido por LOAS (Lei Orgânica de Assistência Social) ou BPC (Benefício de Prestação Continuada), está inserido na Lei n° 8.742/93. Isenção do pagamento do IPVA. Isenção do Imposto de Renda. Transporte Público Gratuito. Isenção no pagamento de IPI na compra de veículo adaptado. Vamos divulgar, colaborar com a causa e cuidar das nossas queridas mulheres. Desde já queremos deixar claro que estamos juntos nessa campanha!

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O que é API? Entenda de uma maneira simples

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Em um mundo cada vez mais digital e conectado, todo mundo já usou, mesmo sem saber uma API. A sigla vem do inglês Application Programming Interface, uma API permite que aconteça troca de informações entre dois ou mais sistemas é como se fosse uma ponte ligando esses sistemas.

Uma API é basicamente uma programação que contém um conjunto de instruções que controlam o funcionamento de um computador, site ou aplicação transmitindo a outro dispositivo ou site essa informação de forma automática. Através de uma API podem ser construídos  a comunicação entre sites, ferramentas e widgets como os aplicativos de celular.

A API é o que roda “por trás” dos programas, fazendo com que aplicativos conversem uns com os outros sem que seja necessária uma intervenção humana, automatizando os processos. Enquanto o usuário tem acesso apenas à interface — o site, o app ou o programa —, nos bastidores muitos aplicativos estão trabalhando em conjunto utilizando APIs.

Exemplos do dia a dia

O site de uma empresa pode mostrar sua localização com um mapa no Google Maps. Isso é possível porque o Google Maps forneceu algumas partes de seu código através de uma API, fazendo com que o desenvolvedor do site pudesse utilizar o código original, adaptando-o da maneira mais conveniente.

B2C

No mundo B2C existem ainda outros exemplos, alguns sites em vez de solicitar o preenchimento de um enorme formulário de cadastro, permite que o login ocorra através de alguma rede social, como Facebook, Twitter ou Google+. Essas redes já possuem dados básicos e comuns a qualquer cadastro, como nome, e-mail, sexo, telefone, e através das APIs é possível aproveitar esses dados, evitando que o cliente perca tempo preenchendo as mesmas coisas e desista de fazer cadastro.

B2B

No mundo B2B, esse conceito também é normal. Se você participa de um programa de fidelidade e usa o aplicativo do seu banco para levar os seus pontos do banco para o site de uma empresa aérea, você fez isso usando uma API; empresas como Gol Linhas Aéreas, Multiplus, Banco do Brasil usam bastante esse conceito, uma vez que, existe a troca de informações entre essas empresas para identificar o que o cliente quer fazer com os pontos que ele possui. Se ao realizar uma compra num site, você pontua no site da empresa em que comprou e em outros programa de fidadelidade ao mesmo tempo, isso também é feito via API.

E não são apenas as multinacionais que oferecem APIs ou as utilizam em seus sistemas. No Brasil, os Correios são um exemplo de empresa que utiliza essa tecnologia para oferecer um melhor serviço. São APIs que permitem que, ao preencher o CEP, certos formulários de lojas puxem automaticamente o endereço, evitando conflitos e problemas na entrega, consulte a loja mais próxima, prazo de entrega e por ai vai. A Decolar.com permite que qualquer site integre seu cadastro de mais de 150 mil hotéis e 8 mil destinos de voos. Isso dá visibilidade à empresa e também facilita a vida dos desenvolvedores (e usuários) dos sites.

Conclusão

Com uma API, criadores de softwares e sites podem desenvolver uma série de produtos diretamente ligados ao conteúdo de uma empresa de forma bem mais rápida. Mesmo as empresas que não são de tecnologia, se beneficiam por melhorar suas funcionalidades e mostrar capacidade de inovação.

A vantagem financeira para quem usa e para quem oferece aos desenvolvedores o acesso a suas APIs é significativa. Quando uma empresa torna algumas partes do código de seus sites ou sistemas disponíveis para que outras ferramentas possam ser desenvolvidas a partir da troca da informação, ela geralmente se destaca, pois o objetivo da API é facilitar  à troca de informação e isso por diversas vezes ajuda alguma área de negócio da empresa.

Uma estratégia de API bem definida tem enorme potencial de aumentar o alcance dos dados e soluções de qualquer empresa, facilitando, assim, a troca de informação seja com o consumidor final ou com alguma área da empresa.

E você, vai desenvolver alguma API e quer ajuda de um especialista? Já ajudamos uma empresa no ramo de Petróleo e Gás e uma Cervejaria no desenvolvimento de APIs. Entre em contato conosco da Vertigo Tecnologia

E então, deu para entender melhor o que é uma API, ficou alguma dúvida? Deixe um comentário aqui no post e conte para nós!

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Como criar a visão unificada do cliente?

mulesoft-infographic_2   Vivemos em um mundo corrido, onde cada vez mais informações são solicitadas e somos obrigados a conhecer ainda mais o nosso cliente. É por esse motivo que temos que ter dados sobre tudo, mas nem sempre dados geram informação. Como transformar dados em informação? Nesse post, vamos falar sobre a criação da visão única do cliente e também deixar o link do vídeo, onde o CEO da Janrain, fala com propriedade sobre o assunto. É importante deixar claro que para que essa estratégia aconteça, duas áreas precisam estar bem alinhadas e são elas: marketing e TI.   Três perguntam ajudam a ilustrar esse desafio:
  1. Quais são as suas estratégias para ganhar relevância e credibilidade com seu consumidor?
  2. Sua estrutura – de Negócio e TI – está voltada para coletar as informações relevantes desse consumidor ou estão acumulando dados e mais dados sem um propósito claro?
  3. As informações dos seus clientes estão reunidas em um único lugar?
Reunir informações do cliente pode ser uma tarefa complicada pois, esses dados ficam armazenados em diferentes setores, cidades e até países. Uma nova informação é gerada a cada ponto de contato (podendo ou não ser uma venda) e mudanças ocorrem de forma frequente. Sim, criar uma visão holística da jornada do seu consumidor pode ser um baita desafio, mas isso pode ser resolvido se a arquitetura de TI, certa, for utilizada. Por isso que é extremamente importante a aproximação das áreas de TI e Marketing.   Abaixo você pode acessar o vídeo em que Larry Dreves, fundador e CEO da Janrain, fala sobre como fazer com que os dados do consumidor sejam relevantes para o Negócio. Ele também aborda os benefícios de gerenciar essa visão holística do cliente usando ferramentas em Cloud. Essa visão única do cliente é cobiça por diversos profissionais de marketing em diferentes empresas e segmentos. Mas como fazer com que isso se torne realidade? Vai lá, assista a esse vídeo!                               Existem algumas soluções no mercado (Mulesoft, WSO2, Oracle, IBM, SAP, Tibco, Red Hat e outras) que ajudam a integrar dados e sistemas legados da companhia, lembra que a dificuldade está em reunir os pedaços da informação do departamento de marketing, financeiro, trade, TI, P&D e por ai vai. A integração dessa informação pode ser feita via API e em Cloud e algumas das ferramentas citadas anteriormente, nasceram para atender esse objetivo!   No caso da Janrain, eles utilizam o Mulesoft (Anypoint Platform) como peça central nesse objetivo de integrar diversos dados para então criar uma visão única do cliente! Abordaremos duas visões aqui: Negócios e TI. Negócios: Ele conseguiu reunir as principais informações do cliente, definiu quais seriam as informações mais importantes e começou por elas, mas existe um roadmap de evolução, onde novas informações farão parte dessa integração de dados. TI: Utilizando essa ferramenta, eles conseguiram reduzir, drasticamente, o tempo de criação de novos conectores, expandiram a comunidade de desenvolvedores e conseguiram incentivar o reuso dos serviços existentes.   Assista ao vídeo, é interessante e você aprenderá sobre:
  • Como integrar os dados do clientes usando uma ferramenta de Cloud.
  • Exemplos de conexão e sistemas
  • Fases da integração, requisitos, fundamentos, limitações e implementação.
Está desenhando algum projeto de visão unificada do cliente e quer ajuda de um especialista? Entre em contato conosco da Vertigo Tecnologia, podemos te ajudar na escolha da melhor solução! Gostou das nossas dicas sobre como começar uma estratégia de visão holística do cliente? Assine nossa newsletter e receba mais conteúdo direto no seu e-mail! Texto traduzido e inspirado por: blog.Mulesoft

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