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Estratégia de API não é estratégia de SOA

Qual a diferença entre API e SOA  

API e SOA são a mesma coisa?

Nos últimos tempos, fóruns e redes sociais têm sido palco de inúmeras discussões acerca da convergência entre a SOA e API. Tudo isso está ligado, aparentemente, ao lançamento do Magic Quadrant for Application Services Governance, um relatório do Gartner, que definiu o termo “Governança de Serviços de Aplicação” como sendo “a união da tecnologia de governança SOA com o gerenciamento API”. Aqui na Vertigo, nós trabalhamos esses conceitos como sendo diferentes, mas que apontam para o mesmo sentido, onde cada um tem a sua missão e se preocupa com objetivos diferentes. Pensando em pacificarmos de vez esta questão, decidimos preparar esse post que explorará os diferentes aspectos da API e de SOA. Veja:

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4 Dicas para aumentar o engajamento na sua API

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O desenvolvimento da tecnologia está possibilitando à integração de uma infinidade de sistemas que antes pareciam improváveis de se conectar, e isso só é possível graças ao uso de uma API bem projetada. Com esse avanço, as novidades deixam de ser só interessantes e passam a se tornar necessárias, pois é um novo modelo de negócio.

Desenvolvedores e usuários buscam soluções simples, que tenham boa usabilidade e que consigam ser facilmente integradas à diferentes plataformas. Isso serve para serviços online – como Hubspot, PagSeguro, Google Maps e até mesmo bancos, como Banco do Brasil e outros – e para sistemas complexos que são responsáveis por tarefas vitais de empresas. Por isso, é importante que o desenvolvimento das APIs seja otimizado para que a integração com novos sistemas aconteça sem grandes problemas. Nesse post reunimos 4 dicas para melhorar a criação da sua API e facilitar o crescimento do seu negócio. Acompanhe!

Introdução

Antes de tudo, desenhe e decida como sua API irá lidar com as chamadas, como você vai documentar as funcionalidades e defina as limitações e escopos de uso, pois esses são fatores cruciais a serem considerados no momento de criação. Tão importante quanto criar, é monitorar o que está acontecendo com sua API.  Se a documentação for inconsistente, estranha, difusa, corre-se o risco de confundir os usuários e até afetar a sua base ou mesmo potenciais usuários.

1. Crie uma boa documentação

Um fator importante no desenvolvimento de uma boa API é facilitar a experiência do usuário – que no caso também é um desenvolvedor – para que ele consiga aproveitar as vantagens oferecidas pela sua API. Por isso a documentação se torna essencial: é ela quem vai mostrar como trabalham as funções e respostas de chamadas da sua API. Nessa fase, pode-se criar até mesmo tutoriais simples para que o desenvolvedor comece a entender melhor o que ele pode atingir com aquilo que você está ofertando para ele. Crie uma documentação clara, veja como que outras empresas criando essa documentação, seja transparente e use a comunicação de forma simples. 

Tão importante quanto ter uma documentação clara é fazer testes, é extremamente importante testar se sua documentação está correta, pode parecer óbvio, mas nem sempre acontece. Outra dica é testar com outros programadores para garantir que essa documentação, de fato, oferece informações satisfatórias, incentiva o uso da API, e ajuda a crescer a plataforma.

2. Seja consistente

Mais que um aspecto importante para auxiliar o usuário da sua API, ser consistente no desenvolvimento é o que vai fazer com que programadores consigam entender as funcionalidades de forma intuitiva sempre que houverem mudanças ou melhorias. 

Assim como softwares, uma API precisa ser atualizada para garantir que ela continue segura e estável. Grandes empresas, como o Facebook e a Apple, têm o costume de atualizar suas APIs constantemente e às vezes causam uma boa dor de cabeça para desenvolvedores que tentam entender formas de manter suas plataformas funcionando da mesma maneira.

Por isso a consistência é importante: faça melhorias na sua API sempre buscando manter uma linguagem que siga o mesmo padrão e trabalhe intuitivamente, assim você evita que outros programadores tenham dificuldades em manter seu uso e abandonem a integração com a sua plataforma.

3. Crie mensagens de erro compreensíveis

Durante a integração de diferentes plataformas com o uso da sua API é provável que alguns erros ocorram. Esse tipo de problema é normal, e pode ser facilmente resolvido caso o desenvolvedor consiga identificar o problema e trabalhar para que ele seja corrigido. Mas para que isso seja possível, você precisa ajudá-los com mensagens de erro explicativas ou com códigos que tenham referências na sua documentação. 

Simplesmente criar uma resposta de “ERRO”, ou “ERRO FATAL”, durante os testes vai tomar um grande tempo dos programadores para que eles possam encontrar os problemas específicos analisando o código. Mapeie os principais erros, e torne isso visível na sua documentação.

4. Planeje a longo prazo

É possível reparar que algumas APIs são robustas e atendem muito bem as necessidades imediatas do serviço ou sistema, mas que não existe um planejamento de longo prazo. Planeje uma evolução, projetar algo rigoroso logo no início, pode inibir o crescimento potencial daquela API, mas ter um roadmap pode lhe render uma vida útil bem maior.

Ao desenvolver sua API, é essencial que você analise as possibilidades atuais da sua plataforma e entenda as diferentes formas de integração possíveis no presente, para que assim seja possível atender essas demandas de forma rápida e eficiente. Mas ainda mais importante é pensar no futuro: quais são os planos de melhorias na sua plataforma? Você planeja oferecer novas funcionalidades? O que você vai precisar oferecer no futuro? 

Sabendo disso é possível desenvolver a sua API de maneira otimizada para que futuramente seja mais fácil incorporar novos elementos, e facilitar o trabalho dos desenvolvedores quando as novas funcionalidades forem disponibilizadas.

Conclusão

Para que você consiga uma grande taxa de adoção inicial da sua API, é necessário fazer com que ela seja amigável tanto em um primeiro momento como futuramente. Assim, faça de tudo para que desenvolvedores tenham facilidade em entender sua API e consigam criar suas soluções sem grandes problemas. Seguindo esses passos e oferecendo suporte constante de qualidade, sua API será mais adotada e amada, os desenvolvedores conseguirão criar soluções novas de forma simples, e sua plataforma será cada vez mais utilizada. Está com alguma iniciativa para desenvolver APIs dentro da sua empresa? Entre em contato conosco, podemos te ajudar com esse processo!

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API interna e privada, conheça 5 benefícios!

api-banner API é o assunto do momento e muitas empresas estão se beneficiando, é verdade, mas uma parte apresenta um certo desconforto para disponibilizar os serviços e dados via APIs para parceiros externos ou para desenvolvedores de terceiros. Uma maneira de começar a avaliar os benefícios de uma estratégia de negócios via API é começar a usar APIs internamente. Empresas como Google, Facebook e Twitter, Netflix, Decolar, cujas APIs foram grandes responsáveis por seu crescimento e sucesso, estão ganhado cada vez mais espaço no mundo corporativo (temos que lembrar que essas empresas possuem API Privadas e Pública). De olho nas vantagens da utilização de APIs, como customização, otimização e integração – visando a alavancagem de negócios – as empresas começaram a investir na utilização de  APIs internas ou API Privadas. Esse tipo de API permite a integração entre os sistemas legados da organização, sem a necessidade de uma exposição pública dos seus serviços ou dados Neste artigo, vamos explorar os 5 benefícios de ter uma API interna ou privada:

1 – Colaboração e Comunicação

APIs privadas podem oferecer benefícios substanciais em termos de eficiência e produtividade. Um estudo realizado pela McKinsey Global estima que as empresas podem aumentar sua produtividade de 20% a 25%, melhorando a colaboração interna, uma estratégia que é extremamente possível com o uso de APIs. Usar APIs em toda a organização significa uma maior conscientização compartilhada de modelos de dados, processos e recursos da empresa. Através do gerenciamento de APIs, também pode-se ter uma maior clareza na leitura de dados, permitindo que se extraia dados consistentes para ser usado ao analisar as operações de negócios, otimização de processos e comportamento dos seus profissionais.

2 – Melhoria das operações internas

As APIs permitem que os dados sejam distribuídos e compartilhados entre múltiplos canais e sistemas dentro da sua organização, gerando uma melhoria significativa nas operações internas ao garantir agilidade e disponibilizar a informação em um ambiente prático e funcional, fornecendo uma visão geral do negócio. Como as empresas estão adotando as APIs privadas para apoiar processos internos, por vezes descobrem oportunidades para reestruturar e modernizar seus negócios. O conceito chave por trás dessa modernização é que, ao quebrar as funcionalidades de negócio e serviços em blocos, é possível criar novas cadeias de valor de negócio através da composição de seus serviços, dados e funcionalidades em novas configurações – reinventando seus negócios e processos. Você vai montar a arquitetura de acordo com o seu objetivo, momento de mercado, ou comportamento dos grupos de trabalho.

3 – Racionalização da infraestrutura

A organização pode ser fortemente impactada e beneficiada  pela utilização de APIs, vai depender do objetivo de negócio. Em se tratando da parte interna da TI, a infraestrutura antes inchada e lenta, devido a utilização de soluções monolíticas e da manutenção de grandes equipes de implementação e customização, agora podem dar lugar a uma infraestrutura enxuta, com equipes ágeis e altamente escalável. Com as soluções de nuvens privadas, é possível alocar recursos de infraestrutura de acordo com a demanda e com o mínimo de esforço e interação. E as APIs estarão presentes nessa movimentação.

4 – Flexibilidade

Pense nas APIs como um LEGO, aquele brinquedo com blocos de  encaixar que é possível que você já tenha brincado. Semelhante ao brinquedo, as APIs permitem que você adicione ou remova funcionalidades de um sistema de forma bem flexível, como em um bloco de encaixar. Essa flexibilidade permite que com novos sistemas ou serviços sejam adicionados ou substituam soluções antigas em tempo hábil. É possível, por exemplo, usar um serviço que acessa um sistema financeiro para alimentar uma solução fiscal; cruzar o relatório de vendas buscando informações do setor de Marketing e Trade da empresa; etc.

5 – Visão Analítica

Conforme o mercado muda, os requisitos do negócio também mudam. As APIs ajudam a sustentar as mudanças nos requisitos do negócio ao suportar e facilitar a migração de dados, tornando-os disponíveis para o consumo de novos aplicativos e serviços quase que instantaneamente. Essa facilidade em expor dados permite que a empresa  identifique onde há problemas em uma operação de negócio e mesmo uma oportunidade. Uma outra vantagem na adoção de API é a visão, de forma clara através de gráficos – que podem expor e tratar dados em tempo real – (Big Data),  expondo o que está acontecendo em nossos sistemas conectados. É mais fácil para gerenciar os componentes individuais. Podemos monitorar os tempos de resposta, uptimes, e a carga nos servidores e compartilhar as análises que são importantes para o nível de negócio e estratégias de reposicionamento de mercado.

Conclusão

Como você percebeu, são inúmeros os benefícios decorrentes da utilizada de uma API interna e privada. Tendo em conta os benefícios citados anteriormente, APIs privadas podem muito bem ser a melhor maneira para algumas empresas iniciarem suas estratégias de API. Ferramenta de gerenciamento de API e especialistas podem ajudar a identificar o melhor caminho para integração e influenciar na concepção de uma estratégia que incentiva o comprometimento de toda a operação de negócio. Diversas empresas já adotam esse conceito, converse com um especialista para entender a melhor forma de navegar e ganhar com a implementação de uma estratégia de API para o seu negócio. E você? Pensou em algum benefício que não foi mencionado aqui? Gostaríamos de saber sua opinião. Deixe seu comentário no post e entre em contato conosco!

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Chegamos e temos muito para compartilhar.

Esse é o nosso post inaugural e estou muito feliz em ter você como nosso leitor. Muito obrigado mesmo! Nesse primeiro post tenho dois assuntos para tratar: 1) Fizemos 16 anos! Não é mole não; 2) Vamos contar sobre quais assuntos você lerá no nosso blog. Nascemos em 1999 e hoje, em 2015, chegamos aos 16 anos! Temos muito para compartilhar e para aprender também. Nesse tempo, já trabalhamos para clientes de todos os tamanhos e de vários segmentos. São 16 anos de história, trabalho, dedicação, pessoas, projetos e amigos. E já que resolvemos contar o que já fizemos nesse período, vamos utilizar o nosso blog como ponto de contato. Não é nossa pretensão cunhar novos conceitos acadêmicos aqui, e sim ajudar pessoas que estão com dúvidas sobre tecnologia aplicada ao mundo dos negócios. Queremos ajudar pessoas a resolver seus problemas de hoje, de agora! Compartilhar boas ideias faz parte da Vertigo, fazemos isso com os nossos clientes e agora vamos fazer isso com você também! Mas, afinal, vamos falar sobre o que? Nosso foco será em soluções de TI. Sendo mais específico, vamos falar de forma clara e objetiva sobre como atingir objetivos de negócio utilizando a TI. E para isso vamos contar como entregamos tais soluções através de Portais, Intranet, Integração de sistemas, API, SOA, BPM e Mobile. Temos muita experiência prática oriunda de projetos e consultorias em todas essas linhas e aqui vão alguns dos nossos clientes:
Clientes Vertigo: Ipiranga, Inbev, Prefeitura do Rio, Petrobras, B2W, Icatu Seguros, Casa da Moeda, Banco do Brasil, Tim, Elsevier

Clientes Vertigo

Em cada cliente tivemos um projeto e um novo aprendizado que podemos compartilhar, é isso que queremos. Resumindo: Vamos conversar sobre o que já fizemos, como fazemos e o que indicamos fazer. No dia 17/07, foi a nossa comemoração de 16 anos de Vertigo. Veja aqui um pouquinho de nossa festa de comemoração. Só alegria!

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