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[Parte 1] A Economia das APIs já está aqui! Você está pronto?

api_inter_pro Vamos falar sobre a mágica que acontece no Mundo das APIs, em duas partes. Ao terminar, você verá que pensar em uma API é mais comum do que que se imagina. E pensar no mundo digital sem pensar em API pode não ser uma boa solução. Empresas que se desenvolveram originalmente no mundo digital usufruem desde cedo das vantagens que a tecnologia oferece para o crescimento do negócio, mas esse não é um privilégio só delas. A Economia das APIs (O que é API?) marca um universo de oportunidades para centenas de organizações nos mais variados segmentos de atuação. Redes sociais em alta, mudanças de hábitos dos usuários e indivíduos cada vez mais conectados através de dispositivos móveis compõem um cenário com o qual as empresas precisam aprender a lidar. Nesse sentido, as APIs podem ser verdadeiros motores de crescimento, fazendo com que a empresa desenvolva novos canais, amplie o seu alcance e difunda mais a sua marca. A pergunta é: A sua empresa está pronta para isso?

Um pouco de História

Uma API é uma ponte de comunicação entre dois ou mais sistemas, em resumo. Essa necessidade por comunicação é nossa, do ser humano, e aos poucos passamos isso para as máquinas. As máquinas vem sendo aprimoradas desde quando foram inventadas, elas eram repetitivas e mecânicas. Com o passar do tempo receberam cada vez mais funções, mas não possuiam “Inteligência” por trás dos seus sistemas, não como vemos hoje. O inglês Alan Turing, é o grande responsável por desenvolver uma máquina capaz de fazer o trabalho de inteligência que antes só seria capaz de ser feito por humanos. Sim, ele foi responsável por criar o primeiro computador. Para aprender um pouco mais sobre esse gênio e entender o proceso de criação do computador, indicamos o filme “Jogo da Imitação”, clique e veja trailer:

APIs por toda parte

O uso de APIs (entenda o que é uma API) é mais comum do que se imagina e elas estão presentes nas ações mais corriqueiras dos usuários. Não são evidentes porque não atuam de uma forma visível quando você visita um site ou opera um software, mas são suas funções que permitem a interação entre os aplicativos, disponibilizando o acesso a algum recurso ou simplesmente viabilizando informações. Quando se ingressa num site de um hotel, por exemplo, e lá se vê um mapa do Google com a localização do lugar, é uma API que está por trás disso. Quando se deseja calcular o valor do frete de um produto numa loja online, há uma API dos Correios ali também. Importante deixar que existem APIs tanto para o mundo B2B como para o mundo B2C. Embora grande parte dos exemplos envolva nomes de grandes empresas, o uso de APIs traz vantagens competitivas reais e diferenciadas que estão disponíveis a qualquer organização que esteja preparada para pôr isso em prática.

Potencial para gerar valor

Sabemos que os dados são abundantes hoje em dia, mas é a combinação deles que tem o poder surpreendente de gerar valor para o negócio. Criar uma API significa disponibilizar dados para que outros desenvolvedores elaborem produtos associados ao serviço da empresa. Quando isso é pensado no atual contexto, em que as pessoas consomem avidamente os mais diversos aplicativos — porque já perceberam que esses programas facilitam a vida —, fica fácil visualizar o potencial de alcance que a marca pode ter. Os aplicativos comunicam-se uns com os outros de maneira fluida, sem que o usuário se dê conta ou, em alguns casos, possa intervir. A possibilidade de conectividade entre diversos sistemas ou aplicativos por meio de APIs é o que marca a inteligência dessa interação entre interfaces. E os usuários querem interatividade, todos queremos! Alguns exemplos de APIs que utilizamos todos os dias:
  • APIs que fazem parte das funcionalidades de um website, tipo o Decolar;
  • APIs que são utilizadas em softwares online (SaaS);
  • APIs suportam as aplicações móveis (Apps Mobile);
  • APIs e Internet das Coisas tem relação direta;

Requisito para se manter no mercado

Por serem geridos com o apoio em ferramentas de software, é natural que os novos modelos de negócio busquem cada vez mais alternativas dinâmicas e inteligentes, também apoiadas em tecnologia, para fazer a empresa prosperar. Aos poucos, o que era um diferencial vai se transformando em um requisito para se manter no mercado, daí a importância de perceber como a Economia de APIs vem ganhando espaço e que não se pode simplesmente ignorar essas transformações. Desenvolver uma API vai além de apenas marcar presença na esfera virtual: trata-se de uma estratégia para alcançar objetivos estabelecidos pela empresa e, assim como ocorre antes de pensar qualquer estratégia que preze pela disciplina, é preciso considerar um diagnóstico realista do mercado e definir com cuidado quais objetivos a empresa pretende alcançar. Gerenciar a API é tão importante quanto desenvolvê-la, afinal, abandonar a iniciativa não vai contribuir para a conquista de bons resultados. O gerenciamento é uma maneira de descobrir para onde a empresa deve ou não direcionar esforços, articulando e alinhando melhor a estratégia de acordo com as necessidades do negócio.

Conclusão

Com o aumento no uso de dispositivos móveis e de aplicativos, a Economia das APIs anda bastante desenvolvida e ainda existe muita coisa para ser feita nessa área! É claro que o segmento de atuação e modelo de negócio da empresa vão influenciar a estratégia que a empresa pode desenvolver, mas preparar-se o quanto antes para lidar com essas novas perspectivas é fundamental. Fique atento, no próximo post desse tema, vamos falar sobre como funciona uma API de forma mais técnica. E então? Ainda acha que Economia das APIs é um assunto do futuro ou exclusivo de grandes empresas? Compartilhe suas dúvidas conosco, mande o seu comentário e entre em contato conosco!

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O que você precisa saber sobre Saas?

O que você precisa saber sobre Saas

Mesmo que a sigla SaaS não seja muito familiar para você, é bem possível que já tenha usado algum serviço dessa natureza — se sua empresa usa Office 365, Google Apps, Salesforce, Dropbox ou algo nessa linha, você já tem experiência com o modelo. SaaS é a sigla para Software as a Service (em livre tradução, software como serviço), e refere-se a softwares que, hospedados na nuvem, são oferecidos por provedores em modalidade de aluguel ou assinatura. Isso significa, em outras palavras, que a empresa não precisa mais comprar e instalar um software no computador: basta acessar a URL do serviço através de web browsers e pronto! Tudo o que precisa ter para isso é conexão à internet.

Assim, o serviço torna-se disponível através de qualquer dispositivo, do desktop ao smartphone — bastando estar online — e os custos com hardware e infraestrutura de TI ficam muito menores. Isso permite construir e oferecer serviços (desde CRM a sistemas de gestão empresarial) bem mais dinâmicos, com manutenção e atualizações mais rápidas, e garante maior satisfação ao cliente final com menos trabalho para o time de desenvolvedores. Além disso, a precificação é diferente, já que a empresa não precisa mais pagar por uma licença ao comprar um pacote completo, mas assina o serviço e tem a liberdade de começar (e deixar) de pagar quando achar conveniente.

Neste post, explicaremos melhor como funciona o SaaS e por que essa modalidade deve estar no radar de toda empresa que busca inovar e oferecer serviços de forma ágil e de boa qualidade:

Por que o SaaS é um bom negócio para a sua empresa?

Manutenção e inovação

Como a infraestrutura encontra-se toda concentrada na nuvem, fazer upgrades torna-se muito mais simples. Ao poder atualizar o software para todos os usuários ao mesmo tempo, acaba a necessidade de lidar com a manutenção de versões mais antigas e o feedback é mais imediato, fazendo com que as melhorias possam ser feitas mais rápido e oferecendo uma melhor experiência de uso ao cliente final.

Simples e escalável

As condições de infraestrutura oferecidas por servidores na nuvem tornam o negócio escalável tanto pra o usuário quanto para a empresa, que pode usar MVPs para validar ideias e desenvolver novos produtos e serviços. Além de não requerer investimentos muito grandes em hardware, o SaaS não tem custos de instalação para o usuário, deixando o time de desenvolvimento com mais tempo para desenvolver e fazer upgrades no produto.

Baixo custo

Essa talvez seja a maior vantagem do SaaS e o motivo pelo qual ele tem sido utilizado com muita frequência por startups e empresas de TI como alternativa para o desenvolvimento de novos produtos e serviços. É muito mais simples e barato inovar com um software oferecido como serviço porque não há necessidade de investimentos de capital muito altos para desenvolvimento e manutenção. Esses custos menores tornam o SaaS um modelo muito mais competitivo.

Relacionamento com o usuário

Por ser um serviço mais dinâmico, o SaaS precisa desenvolver diferenciais competitivos que conquistem e mantenham os usuários utilizando-o por um período muito maior. Como as empresas podem investir mais tempo e esforço para garantir uma boa experiência ao usuário, o resultado é um serviço bem prestado e uma fidelização maior dos clientes.

Deu para entender melhor as vantagens do modelo SaaS? Está criando algum projeto que utilize Saas e quer ajuda de um especialista? Entre em contato conos da Vertigo Tecnologia, podemos te orientar nessa escolha! Ainda tem dúvidas, escreva ela aqui nos comentários e vamos conversar! Aproveite para assinar a nossa newsletter, assim você não  vai perder nenhuma dica e novidade aqui do blog!

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