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API e Internet das Coisas, entenda essa relação entre esses temas.

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A Internet das Coisas trabalha com um conceito simples e genial: tudo está sempre conectado e pode ser controlado, ou gerenciado e analisado, através de computadores ou dispositivos móveis como smartphones e tablets. Lâmpadas inteligentes, casas completamente automatizadas e até mesmo fábricas conectadas podem ser gerenciadas à distância. O futuro parece promissor e as tecnologias já disponíveis estão cada vez mais baratas.

Mas para que a Internet das Coisas seja possível e para que possamos ter essa infinidade de objetos inteligentes, é necessário um bom desenvolvimento de software que transforme essas ideias em realidade. Para aumentar as possibilidades, criar programas que sejam facilmente expansíveis e consigam se encaixar com novas demandas é cada vez mais essencial, e isso pode ser feito através de APIs.

O que torna a comunicação IoT diferente da tradicional é a parte “internet” dentro dessa equação. Isso faz com que a Internet das coisas seja mais complexa a partir do ponto de vista de negócio e técnico também. API tornar a Internet das coisas mais simples e desempenha um papel crucial na aceleração da adoção dessa nova tecnologia. Nesse post você vai entender como o uso de APIs é a chave para trabalhar com internet das coisas, e as possibilidades que essa relação traz para o seu negócio. Acompanhe!

O primeiro passo para entrar no mundo da Internet das Coisas

Essa iniciativa requer um grande número de desenvolvedores de software para programar dispositivos e construir experiências conectadas usando dados que fluem de sensores para sensores. Com os primeiros objetos conectados tendo preços cada vez menores, o investimento em casas inteligentes que antes era altíssimo se torna acessível, e consumidores estão buscando soluções que apoiem esse cenário. Por isso muitas empresas percebem a importância de investir em APIs: elas permitem que essa futura integração seja possível e fazem com que negócios deem os primeiros passos – a abram futuras possibilidades – no mundo da Internet das Coisas.

Esse novo mercado não planeja ser uma pequena fatia dos investimentos por muito tempo: de acordo com uma pesquisa da IDC (International Data Corporation) ele deve ultrapassar o patamar de US$ 7 trilhões em 2020. Assim, negócios estão buscando acompanhar essa tendência preparando suas plataformas para que consigam entender melhor as diferentes possibilidades e sair na frente nesse desenvolvimento. 

Um ambiente propício para a Internet das Coisas

Com o investimento inicial em APIs que permitem a conectividade de diversos objetos e sistemas, empresas conseguem criar um ambiente pronto para que a Internet das Coisas seja mais aproveitada e que diversos desafios atuais possam ser superados. O momento atual incentiva desenvolvedores a experimentar esse meio e entender melhor como podem tomar proveito das suas capacidades, para que assim seja possível criar soluções inteligentes e lucrativas a partir dessas plataformas. 

Esse ambiente deve crescer nos próximos anos para conseguir suportar os bilhões de objetos e aparelhos que devem estar conectados até o fim dessa década. Para isso, o uso de APIs facilita a criação de interfaces que permitam conexões entre uma rede com transferência intensa de dados e os diversos receptores que serão necessários. Algumas plataformas de API management (Mulesoft, WSO2, Redhat e outras),  já trabalham com opções em Cloud, a tendência é que o crescimento seja constante.

O futuro da Internet das Coisas

 Conclusão

A internet agora atingiu um patamar em que empreendedores conseguem utilizar diversas soluções inteligentes para seus negócios de forma simples: SaaS e cloud computing são cada vez mais comuns, dispositivos móveis estão mudando a forma como as pessoas interagem com serviços e marcas. As maneiras tradicionais de fazer parceria também então mudando, graças as APIs. As vantagens sempre estiveram com aqueles que conseguiram buscar soluções rápidas e eficientes, antecipando as necessidades do seu público, e com a Internet das Coisas não é diferente. 

Agora é o momento de investir e preparar o ambiente para as novas tecnologias que estão surgindo, criar APIs para as suas plataformas se manterem otimizadas, e deixar dispositivos prontos para que eles sejam pioneiros nessa etapa da revolução tecnológica.

Está começando a criar uma estratégia de API e já está pensando em Internet das Coisas? Fale conosco, podemos conversar sobre o seu projeto.

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Soluções em Nuvem: 4 razões para adotar

cloudcomputing O Gartner previu que até o final de 2015 as empresas brasileiras devem investir massivamente em Cloud Computing, e de acordo com a gigante de consultoria, o país deve movimentar US$ 116 bilhões nessa área. Essa previsão mostra o quanto a computação em nuvem está sendo amplamente adotada para dar escalabilidade tecnológica e competitividade ao cenário nacional. Atualmente, também está se adotando bastante as soluções em Saas tais como: Dropbox, Hubspot, SugarCRM, Office 365 e outros, clique aqui para conhecer um pouco mais sobre Sass. E você? Já utiliza todo o potencial da nuvem no seu negócio? Veja 4 benefícios que a cloud computing pode te oferecer e entenda por que ela é essencial para sua empresa:

1 – Corte de custos

Um benefício percebido imediatamente ao adotar soluções em nuvem é a economia de recursos. Uma vez que, em alguns casos, você pode até reduzir ou deixar de ter novos custos com infraestrutura de TI, os investimentos em datacenter, bancos de dados, instalação de sistemas máquina a máquina, dentre outros, podem sofrer reduções, ou mesmo, deixar de fazer parte do planejamento de aquisição. Tudo fica por conta do provedor de serviço em nuvem. Existem algumas empresas que te ajudam nisso: Amazon, Locaweb, Umbler, Equinix e outras! Outro ponto relevante é a escalabilidade desse tipo de solução, conforme a empresa cresce, acrescentar novos usuários e aumentar a capacidade de armazenamento e processamento é uma questão de ampliar o serviço e não de adquirir novas máquinas físicas e licenças para essas máquinas compradas. Tudo é acessado e fornecido via web, isso reduz muito os custos e o tempo de implementação.

2 – Otimiza os processos

Com custos menores, mais previsíveis e controláveis, a empresa consegue melhorar seus processos uma vez que tem escalabilidade tecnológica ao seu dispôr sem precisar fazer grandes investimentos, se comparado com a compra de investimento em material físico. Essa facilidade da computação em nuvem está ajudando principalmente as pequenas e médias empresas, que até então tinham que se virar como podiam com poucos recursos de tecnologia e mesmo as grandes empresas não ficam de fora desse benefício, uma vez que, que precisam agilizar varios de seus processos. A mobilidade oferecida pela Cloud Computing, dependendo do serviço, permite que os usuários acessem essa solução em qualquer dispositivo (desktop, smartphone, tablet etc.). Assim, um executivo de vendas pode agilizar o processamento de um pedido enquanto está em trânsito, parado no aeroporto ou mesmo diante do cliente. Um desenvolvedor pode acessar o dashboard para consultar se suas APIs estão no ar. Ganha-se muito mais tempo, o cliente recebe o serviço mais rapidamente e a empresa fatura mais.

3 – Torna a TI mais estratégica

Em vez de se preocupar com a manutenção dos sistemas, o departamento de TI assume uma posição mais consultiva dentro da empresa. Ou seja, tem mais tempo de propôr novas soluções para o negócio e não precisa focar apenas em atividades táticas, aquelas que exigem operacionalidade técnica. Como as atualizações, o armazenamento, o backup, entre outros, são responsabilidades do provedor do serviço em nuvem, o gestor de TI e sua equipe voltam suas atividades para o desenvolvimento de novas aplicações. Trata-se de um novo paradigma, elevando o papel da área dentro da empresa.

4 – Dá mais segurança para a informação

Quando tudo é tratado internamente, as preocupações com a segurança dos dados são grandes. Afinal, os possíveis ataques e a perda de informações sigilosas acontece na infraestrutura interna, o que é prejudicial para a empresa. Ao contratar um serviço de cloud computing, essas preocupações são diminuidas e passam a fazer parte do escopo de trabalho do fornecedor desse serviço, pois ele tem a obrigação de prover atualização de ferramentas e práticas que garantam a segurança das informações. Por exemplo, se a empresa sofre um incidente (um incêndio, por exemplo), sua infraestrutura de TI pode ficar seriamente comprometida. Já com a infra na nuvem, esse problema não existe, pois as informações estão armazenadas no centro de processamento do provedor e a operação não precisa parar por falta de energia ou perda de um datacenter.

Conclusão

Com escalabilidade tecnológica, com mais segurança e mobilidade, com a equipe de TI voltada para a criação de soluções estratégicas, além da redução significativa de custos, a empresa se torna muito mais competitiva. Em outras palavras, a cloud computing melhora a produtividade, agiliza e otimiza os processos, dá mais possibilidades de comunicação e conhecimento do mercado. Empresas que investem na computação em nuvem estão muito mais preparadas para competir e avançar em direção ao crescimento. O que você achou desses benefícios? Vai desenvolver alguma solução em Cloud e quer ajuda de um especialista?  Deixe seu comentário e entre em contato conosco da Vertigo

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Aumente suas vendas usando API!

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API (clique aqui para entender o que é uma API) é utilizada para facilitar e agilizar a comunicação entre sistemas e dispositivos. Nos últimos anos, ela se tornou fundamental para quem pretende criar sistemas mais ricos, escaláveis e dinâmicos. Com a ajuda da computação em nuvem, dos aplicativos móveis, e outras revoluções dentro da TI, essas interfaces reinventaram a maneira como parceiros comerciais trocam informações entre si.

Apesar de normalmente serem associadas com o mercado B2C, as APIs também integram empresas e diversos sistemas corporativos, hoje. Ao oferecer uma interface que dê a desenvolvedores e parceiros a oportunidade de acessar as suas informações, uma organização pode aumentar a sua presença no mercado, número de clientes e até seu lucro.

Aumentando o número de parceiros por meio de APIs

Muitas pessoas acreditam que a única maneira de conquistar novos clientes é por meio de campanhas de marketing. Entretanto, as APIs estão ganhando destaque na lista de estratégias para ganhar novos parceiros. Empresas como Hotel Urbano, Ipiranga, NovaPontoCom e Bovespa, por exemplo, passaram a ter um fluxo maior de usuários ao criarem um conjunto de protocolos e rotinas onde desenvolvedores podem obter e postar informações. Já o Google Maps permite que pessoas utilizem os seus dados para construírem mapas personalizados. Isso permitiu a criação de ferramentas dinâmicas que vão de mapas de violência a plugins com o endereço das lojas de uma rede de supermercados. Ao dar a liberdade para que desenvolvedores explorassem os seus dados, novas ferramentas foram utilizadas e o tráfego do Google Maps foi expandido, mantendo o serviço à frente de seus concorrentes.

 Usando as APIs para aumentar o engajamento de consumidores e desenvolvedores

Um dos principais meios de conseguir ter lucros consistentes é aumentando o engajamento dos clientes. Estratégias para atingir esse objetivo são inúmeras: há quem opte por investir em redes sociais, fazer publicidade inovadora e existem os casos de empresas que optam por promoverem APIs.

DROPBOX

Um exemplo de sucesso é o Dropbox corporativo . A aplicação de armazenamento de documentos permite que desenvolvedores independentes criem APPS que, por se integrarem com a plataforma, geram um maior engajamento com ela. As ferramentas são promovidas pela própria empresa, algo que a ajuda a se manter líder no competitivo mercado digital.

Para incentivar desenvolvedores a adotar as suas APIs, um bom método de atração são os programas de indicação e associados. Compartilhar benefícios com os desenvolvedores que acessam os seus sistemas faz com que eles sintam-se motivados a implementá-la em mais serviços. Em alguns casos, pode ser útil adotar uma estratégia semelhante à do Dropbox, promovendo as melhores aplicações que utilizam dados da sua plataforma. Isso não apenas serve de vitrine para as possibilidades de negócios que a sua interface promove, mas também pode ser uma oportunidade de lucrar por meio de um programa de traffic referral (recomendação de um site a outro).

 Distribuição de conteúdo em busca de mais receitas

Booking

O sucesso de muitos modelos de negócios depende do número de pessoas que visualizam e interagem com uma plataforma. Uma das melhores maneiras de se fazer isso é por meio de uma API. O site de busca de hotéis Booking, por exemplo, segue essa estratégia. Ele permite que pequenos websites possam utilizar os dados de sua plataforma para buscarem hotéis disponíveis em um modelo de comissões por venda. Já grandes sites de compra, como o Submarino, permitem que pequenos parceiros possam vender produtos em sua plataforma. A verificação de estoques e divulgação de produtos, naturalmente, também é feita por meio de APIs.

Conclusão

As maneiras como uma API podem aumentar a receita de uma empresa são inúmeras. Uma companhia com uma boa plataforma consegue expandir os seus negócios, aumentar as suas receitas e ter clientes mais engajados com a sua plataforma. (clique aqui para ver exemplos de empresas que usam APIs)

Se você pretende criar a sua própria API, é bom contar com a ajuda de um especialista.Ele poderá te orientar na escolha dos melhores modelos de gestão e arrecadação de renda. Existem diversas ferramentas de código aberto (MulesoftWSO2, Red Hat) e proprietário (Oracle, IBM, SAP, Tibco, e outras) que auxiliam nessa tarefa. Ficou com alguma dúvida? Fale conosco, escreva aqui o que você achou sobre o artigo!  

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Como criar a visão unificada do cliente?

mulesoft-infographic_2   Vivemos em um mundo corrido, onde cada vez mais informações são solicitadas e somos obrigados a conhecer ainda mais o nosso cliente. É por esse motivo que temos que ter dados sobre tudo, mas nem sempre dados geram informação. Como transformar dados em informação? Nesse post, vamos falar sobre a criação da visão única do cliente e também deixar o link do vídeo, onde o CEO da Janrain, fala com propriedade sobre o assunto. É importante deixar claro que para que essa estratégia aconteça, duas áreas precisam estar bem alinhadas e são elas: marketing e TI.   Três perguntam ajudam a ilustrar esse desafio:
  1. Quais são as suas estratégias para ganhar relevância e credibilidade com seu consumidor?
  2. Sua estrutura – de Negócio e TI – está voltada para coletar as informações relevantes desse consumidor ou estão acumulando dados e mais dados sem um propósito claro?
  3. As informações dos seus clientes estão reunidas em um único lugar?
Reunir informações do cliente pode ser uma tarefa complicada pois, esses dados ficam armazenados em diferentes setores, cidades e até países. Uma nova informação é gerada a cada ponto de contato (podendo ou não ser uma venda) e mudanças ocorrem de forma frequente. Sim, criar uma visão holística da jornada do seu consumidor pode ser um baita desafio, mas isso pode ser resolvido se a arquitetura de TI, certa, for utilizada. Por isso que é extremamente importante a aproximação das áreas de TI e Marketing.   Abaixo você pode acessar o vídeo em que Larry Dreves, fundador e CEO da Janrain, fala sobre como fazer com que os dados do consumidor sejam relevantes para o Negócio. Ele também aborda os benefícios de gerenciar essa visão holística do cliente usando ferramentas em Cloud. Essa visão única do cliente é cobiça por diversos profissionais de marketing em diferentes empresas e segmentos. Mas como fazer com que isso se torne realidade? Vai lá, assista a esse vídeo!                               Existem algumas soluções no mercado (Mulesoft, WSO2, Oracle, IBM, SAP, Tibco, Red Hat e outras) que ajudam a integrar dados e sistemas legados da companhia, lembra que a dificuldade está em reunir os pedaços da informação do departamento de marketing, financeiro, trade, TI, P&D e por ai vai. A integração dessa informação pode ser feita via API e em Cloud e algumas das ferramentas citadas anteriormente, nasceram para atender esse objetivo!   No caso da Janrain, eles utilizam o Mulesoft (Anypoint Platform) como peça central nesse objetivo de integrar diversos dados para então criar uma visão única do cliente! Abordaremos duas visões aqui: Negócios e TI. Negócios: Ele conseguiu reunir as principais informações do cliente, definiu quais seriam as informações mais importantes e começou por elas, mas existe um roadmap de evolução, onde novas informações farão parte dessa integração de dados. TI: Utilizando essa ferramenta, eles conseguiram reduzir, drasticamente, o tempo de criação de novos conectores, expandiram a comunidade de desenvolvedores e conseguiram incentivar o reuso dos serviços existentes.   Assista ao vídeo, é interessante e você aprenderá sobre:
  • Como integrar os dados do clientes usando uma ferramenta de Cloud.
  • Exemplos de conexão e sistemas
  • Fases da integração, requisitos, fundamentos, limitações e implementação.
Está desenhando algum projeto de visão unificada do cliente e quer ajuda de um especialista? Entre em contato conosco da Vertigo Tecnologia, podemos te ajudar na escolha da melhor solução! Gostou das nossas dicas sobre como começar uma estratégia de visão holística do cliente? Assine nossa newsletter e receba mais conteúdo direto no seu e-mail! Texto traduzido e inspirado por: blog.Mulesoft

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O que você precisa saber sobre Saas?

O que você precisa saber sobre Saas

Mesmo que a sigla SaaS não seja muito familiar para você, é bem possível que já tenha usado algum serviço dessa natureza — se sua empresa usa Office 365, Google Apps, Salesforce, Dropbox ou algo nessa linha, você já tem experiência com o modelo. SaaS é a sigla para Software as a Service (em livre tradução, software como serviço), e refere-se a softwares que, hospedados na nuvem, são oferecidos por provedores em modalidade de aluguel ou assinatura. Isso significa, em outras palavras, que a empresa não precisa mais comprar e instalar um software no computador: basta acessar a URL do serviço através de web browsers e pronto! Tudo o que precisa ter para isso é conexão à internet.

Assim, o serviço torna-se disponível através de qualquer dispositivo, do desktop ao smartphone — bastando estar online — e os custos com hardware e infraestrutura de TI ficam muito menores. Isso permite construir e oferecer serviços (desde CRM a sistemas de gestão empresarial) bem mais dinâmicos, com manutenção e atualizações mais rápidas, e garante maior satisfação ao cliente final com menos trabalho para o time de desenvolvedores. Além disso, a precificação é diferente, já que a empresa não precisa mais pagar por uma licença ao comprar um pacote completo, mas assina o serviço e tem a liberdade de começar (e deixar) de pagar quando achar conveniente.

Neste post, explicaremos melhor como funciona o SaaS e por que essa modalidade deve estar no radar de toda empresa que busca inovar e oferecer serviços de forma ágil e de boa qualidade:

Por que o SaaS é um bom negócio para a sua empresa?

Manutenção e inovação

Como a infraestrutura encontra-se toda concentrada na nuvem, fazer upgrades torna-se muito mais simples. Ao poder atualizar o software para todos os usuários ao mesmo tempo, acaba a necessidade de lidar com a manutenção de versões mais antigas e o feedback é mais imediato, fazendo com que as melhorias possam ser feitas mais rápido e oferecendo uma melhor experiência de uso ao cliente final.

Simples e escalável

As condições de infraestrutura oferecidas por servidores na nuvem tornam o negócio escalável tanto pra o usuário quanto para a empresa, que pode usar MVPs para validar ideias e desenvolver novos produtos e serviços. Além de não requerer investimentos muito grandes em hardware, o SaaS não tem custos de instalação para o usuário, deixando o time de desenvolvimento com mais tempo para desenvolver e fazer upgrades no produto.

Baixo custo

Essa talvez seja a maior vantagem do SaaS e o motivo pelo qual ele tem sido utilizado com muita frequência por startups e empresas de TI como alternativa para o desenvolvimento de novos produtos e serviços. É muito mais simples e barato inovar com um software oferecido como serviço porque não há necessidade de investimentos de capital muito altos para desenvolvimento e manutenção. Esses custos menores tornam o SaaS um modelo muito mais competitivo.

Relacionamento com o usuário

Por ser um serviço mais dinâmico, o SaaS precisa desenvolver diferenciais competitivos que conquistem e mantenham os usuários utilizando-o por um período muito maior. Como as empresas podem investir mais tempo e esforço para garantir uma boa experiência ao usuário, o resultado é um serviço bem prestado e uma fidelização maior dos clientes.

Deu para entender melhor as vantagens do modelo SaaS? Está criando algum projeto que utilize Saas e quer ajuda de um especialista? Entre em contato conos da Vertigo Tecnologia, podemos te orientar nessa escolha! Ainda tem dúvidas, escreva ela aqui nos comentários e vamos conversar! Aproveite para assinar a nossa newsletter, assim você não  vai perder nenhuma dica e novidade aqui do blog!

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