Posts Tagged ‘API Management’

O crescimento do uso das APIS

O crescimento do uso das APIS. Nesse texto vamos abordar o rápido crescimento do uso das API e a importância que esse movimento apresenta!

Desde os primórdios da computação, os sistemas já “conversavam” uns com os outros, a fim de compartilharem informações e resolverem questões dos mais variados tipos, [A Economia das APIs já está aqui! Você está pronto?] clique conheça a origem de uma API. Essa conexão entre empresas vem crescendo muito ao longo dos últimos anos, principalmente devido à utilização cada vez maior de APIs – interfaces capazes de estender o alcance dos ativos de uma empresa e permitir que eles sejam compartilhados, reutilizados ou revendidos. Sim, pode se tornar uma nova fonte de receita para a empresa, [Estratégia de Monetização de API] clique veja como! E da mesma forma que tecnologias como Cloud Computing e Big Data, as APIs estão evoluindo de maneira rápida e sendo disseminadas por quase todas as regiões do planeta, pois elas permitem que soluções assim sejam desenvolvidas. Com base em algumas pesquisas, decidimos mostrar no post de hoje alguns números que comprovam o crescimento acelerado do uso das APIs e explicar o porquê dessa tecnologia estar evoluindo tão rapidamente.

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API Economy: como usar a TI de forma estratégica

Você com certeza sabe da importância da Tecnologia da Informação (TI) para a sua empresa. Mas você já parou para pensar se sua equipe de TI está sendo utilizada de forma estratégica? Muitas vezes, as empresas entendem que o foco da TI deva ser residindo somente nas ações internas ao negócio e de forma pontual, quando na verdade, deveriam focar também no que está externo à organização, principalmente aos novos modelos de negócios de surgem através da Tecnologia. As maiores empresas do mundo se valem da Tecnologia da Informação para se manter no topo. É sobre isso que queremos conversar, e essa ideia tem relação direta com o conceito de APIs, que está transformando o a realidade das empresas, seja ela com foco em B2B ou B2C.

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API Gateway ou API Manager?

API GatewayEm posts anteriores, falamos que muitos sistemas se integram através das mais diversas APIs. Se você já expõe seus serviços através de APIs ou está pensando em começar a adotar esse tipo de solução dentro da sua organização, pode estar se perguntando: Eu quero trabalhar com API, mas quão segura é essa solução? E você está certo ao ter essa dúvida. É por isso que nesse post vamos discutir o que é um API Gateway, qual a diferença de um API Gateway para um API Manager e vamos abordar algumas questões relacionadas ao quesito segurança.

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Iniciando sua estratégia Omni-Channel

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Novas tecnologias mudaram a forma como pessoas acessam informações:

  • buscas no Google, em qualquer lugar, através de um smartphone;
  • redes sociais que facilitam recomendações entre amigos;
  • aplicativos diferentes que se comunicam através de parcerias.

Esses são exemplos das possibilidades que o mundo atual nos oferece, essas novidades também mudaram a forma como os consumidores fazem suas compras, e o conceito tradicional de comércio está cada vez mais sendo alterado.

Enquanto em décadas passadas era comum vermos propagandas na televisão vendendo produtos pelo telefone e comerciais que incitavam os clientes a visitarem as lojas, hoje essa realidade é muito mais interligada: clientes buscam produtos em e-commerces e fazem compras em lojas físicas, conhecem coisas novas na televisão e buscam na internet ou encontram o que procuram até mesmo através de recomendações nas redes sociais. Essa interação através de diferentes canais é chamada de Omni-Channel

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WSO2 e a Internet das Coisas

das-overview Somos parceiros oficiais da WSO2 aqui Brasil e viemos aqui comunicar novidades que estão acontecendo na ferramenta. Vale a pena acompanhar tudo que está acontecendo de evolução nessa plataforma, afinal empresas como Ebay, Cisco e HP e outras utilizam o WSO2 como ferramenta de Middleware.

Novos recursos do WSO2: Integração e Orquestração com processos de Internet das Coisas.

A Internet das Coisas (IoT) está promovendo novos modelos de negócios em uma variedade de mercados, tais como transporte, saúde, automotivo, fabricação e outros. No entanto, a implementação deste modelo, Internet da Coisas,  depende da capacidade de integrar informações dos dispositivos com os sistemas, e a habilidade de gerenciar essas informações. Hoje, a WSO2 está introduzindo novas funcionalidade na Plataforma de Integração e esses recursos melhoram o serviço e a orquestração de processos para as aplicações em IoT e são eles:
  • WSO2 Message Broker 3.0 e WSO2 Enterprise Bus (ESB WSO2) 4.9 que agora suportam Message Queuing Telemetry Transport (MQTT) que é um protocolo de mensagens leve amplamente adotado para a conexão de dispositivos, sensores e gateways.
  • WSO2 Business Process Server (WSO2 BPS) 3.5 adicionou o motor open source Activiti para gerenciamento de processos de negócios (BPM), que faz uso do Business Process Modeling Notation (BPMN)  2.0, que é reconhecido como um dos mais abrangentes software para modelagem de processos.
  • WSO2 Data Services Server (WSO2 DSS) 3.5 adiciona suporte para o protocolo Open Data (OData) 4.0 , fornecendo a capacidade de consultar dados de uma variedade de fontes via padrão APIs RESTful abertas que podem trabalhar tanto em dispositivos móveis, bem como os sistemas Web, seja em nuvem ou não.
Para auxiliar o WSO2 Message Broker, WSO2 ESB, e WSO2 BPS,WSO2 Application Server a Plataforma de Integração também inclui o WSO2  API Manager, que foi reforçada em junho de 2015 para permitir o gerenciamento de API sobre os dispositivos que estão conectados e as mensagens que estão sendo trocadas. Com 2,2 trilhões de transações de clientes por ano correndo pela plataforma, a WSO2 oferece a escalabilidade e confiabilidade para lidar com grandes volumes de interações voltadas para o conceito de Internet das coisas. Além disso, todos os produtos da plataforma estão totalmente habilitados para utilização em Cloud, de modo que o mesmo software pode ser implantado em servidores dentro de casa (on-premises) ou na nuvem. Isso proporciona a flexibilidade na implantação que algumas empresas exigem, pois preferem ter ambientes híbridos para suas soluções. “Cada vez mais, estamos vendo os clientes corporativos globais padronizar nossa Plataforma de Integração WSO2 para suas implementações da Internet das coisas, que vão desde o transporte de automóveis, indústria transformadora, construção, saúde, comunicações e cidades inteligentes”, disse Edgar Silva, VP Latam WSO2. “Com a adição do suporte para MQTT para se conectar com dispositivos da Internet das coisas, BPMN 2.0 para modelagem de processo IoT-aware, e OData 4.0 para APIs de dados IoT, estamos construindo nosso compromisso de oferecer tecnologias padrão da indústria que abordam empresas com demandas de solução IoT.”, reforçou Edgar Silva.

WSO2 Message Broker 3.0

O WSO2 Message Broker é um servidor de mensageria que apresenta suporte à alta disponibilidade (HA) e possui a capacidade de escalar para vários servidores dentro de um cluster, e assim gerenciar os pontos de falha. Ele também é projetado para gerenciar mensagens persistente que estão na fila, assinantes ou até ataques. Nessa versão 3.0, o Message Broker tem novos recursos e aprimoramentos para oferecer às empresas uma arquitetura escalável para gerenciar facilmente o volume elevado de mensagens e as demandas das soluções projetadas.
  • O protocolo MQTT conecta dispositivos e sensores remotos, estabelecendo uma comunicação máquina-a-máquina (M2M) que podem gerar milhões de eventos simultâneos por segundo.
  • Um novo plug-in para banco de dados relacional permite que os desenvolvedores facilmente configurem seus bancos de dados relacionais existentes para lidar com o seu armazenamento de mensagens.
  • Outro mecanismo do armazenamento de mensagens é a escalabilidade baseada nos recursos de alta disponibilidade (HA), para dimensionar facilmente o sistema de mensagens com base no crescimento do volume e tamanho de mensagens. Isso foi introduzido pela primeira vez na versão 2.0 do Message Broker.
  • Nova funcionalidade para a coordenação de cluster de servidor, pois elimina a necessidade de tecnologias de terceiros, tais como ZooKeeper, que por sua vez reduz a complexidade e manutenção de implantação demandas.

WSO2 Enterprise Service Bus 4.9

WSO2 Enterprise Service Bus (ESB) se baseia no Apache Synapse ESB para fornecer uma plataforma de mediação leve e altamente configurável. O WSO2 ESB permite que os administradores e desenvolvedores possam de forma simples, configurar as mensagens, as conexões, transformação, agendamento de tarefas, balanceamento de carga e muito mais. Ele também suporta diversos padrões de integração e permite a seleção de transporte, mediação baseada em regras, e mediação com base na prioridade de requisitos. O WSO2 ESB é projetado para transmitir grandes conjuntos de dados de forma assíncrona e non-blocking. WSO2 ESB 4.9 oferece vários recursos novos que suportam a integração com projetos de Internet das coisas, entre eles:
  • Além de MQTT, eles incluem o HTTP, HTTPS, Java Message Service (JMS), Health Level 7 (HL7), Kafka, Apache CXF e protocolos RabbitMQ.
  • A nova loja WSO2 em https://store.wso2.com/store oferece mais de 100  connectores, incluindo eBay, GitHub, Salesforce, e Twitter, entre outros, que os desenvolvedores podem baixar para usar.

WSO2 Business Process Server 3.5

WSO2 Business Process Server fornece abordagem de nível empresarial para o gerenciamento de processos de negócios de forma eficiente. Alimentado pelo motor BPEL Apache Orchestration Director Engine (ODE), que permite aos desenvolvedores implementar facilmente os processos de negócios e modelos que utilizam a Web Services Business Process Execution Language (WS-BPEL). WSO2 BPS também possui um console de gerenciamento gráfico baseado na Web que permite aos usuários facilmente implantar, gerenciar e visualizar processos e tarefas. Com a versão 3.5, WSO2 BPS acrescenta o motor Activiti BPM, que suporta BPMN 2.0, a especificação reconhecido como uma das abordagens mais IoT-aware para processo de modelagem. Como resultado, os desenvolvedores têm a flexibilidade de usar WS-BPEL ou BPMN 2.0 para escrever seus processos de negócio, dependendo de suas necessidades. Além Activiti, WSO2 BPS 3,5 enriquece o ambiente BPMN 2.0 com:
  • Um aplicativo da Web personalizável para visualização e gerenciamento de processos e tarefas BPMN.
  • Suporte de geração de formulário de tarefas do usuário BPMN.
  • Funcionalidade de publicação de estatísticas de tempo de execução.
  • Relatórios dashboards para BPMN e tarefas humanas.

WSO2 Data Services Server 3.5

O WSO2 Data Services Server permite que administradores e programadores de banco de dados criem e gerenciem Web services usando dados da empresa. A versão 3.5 permite o uso de APIs RESTful para consultar dados de fontes variedade. Além de bancos de dados relacionais, permite que muitas fontes de dados anteriormente inacessíveis passem a ser expostas como APIs, incluindo os bancos de dados SQL (NoSQL), sistemas de arquivos, sistemas de gerenciamento de conteúdo, entre outros. Usando o OAuth 2.0, para autorização, o WSO2 DSS 3.5 também adiciona a capacidade de acessar dados de planilhas do Google através de uma API. As APIs abertas, padrão disponíveis através OData 4.0 e OAuth 2.0 podem trabalhar através das muitas plataformas que as organizações utilizam atualmente. E você, está pensando em adotar algumas das ferramentas da WSO2? Está estruturando algum projetando e quer ajuda de um especialista? Converse conosco, a Vertigo é parceira oficial da WSO2 aqui no Brasil e temos uma longa experiência em projetos dessa natureza.

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API e Internet das Coisas, entenda essa relação entre esses temas.

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A Internet das Coisas trabalha com um conceito simples e genial: tudo está sempre conectado e pode ser controlado, ou gerenciado e analisado, através de computadores ou dispositivos móveis como smartphones e tablets. Lâmpadas inteligentes, casas completamente automatizadas e até mesmo fábricas conectadas podem ser gerenciadas à distância. O futuro parece promissor e as tecnologias já disponíveis estão cada vez mais baratas.

Mas para que a Internet das Coisas seja possível e para que possamos ter essa infinidade de objetos inteligentes, é necessário um bom desenvolvimento de software que transforme essas ideias em realidade. Para aumentar as possibilidades, criar programas que sejam facilmente expansíveis e consigam se encaixar com novas demandas é cada vez mais essencial, e isso pode ser feito através de APIs.

O que torna a comunicação IoT diferente da tradicional é a parte “internet” dentro dessa equação. Isso faz com que a Internet das coisas seja mais complexa a partir do ponto de vista de negócio e técnico também. API tornar a Internet das coisas mais simples e desempenha um papel crucial na aceleração da adoção dessa nova tecnologia. Nesse post você vai entender como o uso de APIs é a chave para trabalhar com internet das coisas, e as possibilidades que essa relação traz para o seu negócio. Acompanhe!

O primeiro passo para entrar no mundo da Internet das Coisas

Essa iniciativa requer um grande número de desenvolvedores de software para programar dispositivos e construir experiências conectadas usando dados que fluem de sensores para sensores. Com os primeiros objetos conectados tendo preços cada vez menores, o investimento em casas inteligentes que antes era altíssimo se torna acessível, e consumidores estão buscando soluções que apoiem esse cenário. Por isso muitas empresas percebem a importância de investir em APIs: elas permitem que essa futura integração seja possível e fazem com que negócios deem os primeiros passos – a abram futuras possibilidades – no mundo da Internet das Coisas.

Esse novo mercado não planeja ser uma pequena fatia dos investimentos por muito tempo: de acordo com uma pesquisa da IDC (International Data Corporation) ele deve ultrapassar o patamar de US$ 7 trilhões em 2020. Assim, negócios estão buscando acompanhar essa tendência preparando suas plataformas para que consigam entender melhor as diferentes possibilidades e sair na frente nesse desenvolvimento. 

Um ambiente propício para a Internet das Coisas

Com o investimento inicial em APIs que permitem a conectividade de diversos objetos e sistemas, empresas conseguem criar um ambiente pronto para que a Internet das Coisas seja mais aproveitada e que diversos desafios atuais possam ser superados. O momento atual incentiva desenvolvedores a experimentar esse meio e entender melhor como podem tomar proveito das suas capacidades, para que assim seja possível criar soluções inteligentes e lucrativas a partir dessas plataformas. 

Esse ambiente deve crescer nos próximos anos para conseguir suportar os bilhões de objetos e aparelhos que devem estar conectados até o fim dessa década. Para isso, o uso de APIs facilita a criação de interfaces que permitam conexões entre uma rede com transferência intensa de dados e os diversos receptores que serão necessários. Algumas plataformas de API management (Mulesoft, WSO2, Redhat e outras),  já trabalham com opções em Cloud, a tendência é que o crescimento seja constante.

O futuro da Internet das Coisas

 Conclusão

A internet agora atingiu um patamar em que empreendedores conseguem utilizar diversas soluções inteligentes para seus negócios de forma simples: SaaS e cloud computing são cada vez mais comuns, dispositivos móveis estão mudando a forma como as pessoas interagem com serviços e marcas. As maneiras tradicionais de fazer parceria também então mudando, graças as APIs. As vantagens sempre estiveram com aqueles que conseguiram buscar soluções rápidas e eficientes, antecipando as necessidades do seu público, e com a Internet das Coisas não é diferente. 

Agora é o momento de investir e preparar o ambiente para as novas tecnologias que estão surgindo, criar APIs para as suas plataformas se manterem otimizadas, e deixar dispositivos prontos para que eles sejam pioneiros nessa etapa da revolução tecnológica.

Está começando a criar uma estratégia de API e já está pensando em Internet das Coisas? Fale conosco, podemos conversar sobre o seu projeto.

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4 Dicas para aumentar o engajamento na sua API

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O desenvolvimento da tecnologia está possibilitando à integração de uma infinidade de sistemas que antes pareciam improváveis de se conectar, e isso só é possível graças ao uso de uma API bem projetada. Com esse avanço, as novidades deixam de ser só interessantes e passam a se tornar necessárias, pois é um novo modelo de negócio.

Desenvolvedores e usuários buscam soluções simples, que tenham boa usabilidade e que consigam ser facilmente integradas à diferentes plataformas. Isso serve para serviços online – como Hubspot, PagSeguro, Google Maps e até mesmo bancos, como Banco do Brasil e outros – e para sistemas complexos que são responsáveis por tarefas vitais de empresas. Por isso, é importante que o desenvolvimento das APIs seja otimizado para que a integração com novos sistemas aconteça sem grandes problemas. Nesse post reunimos 4 dicas para melhorar a criação da sua API e facilitar o crescimento do seu negócio. Acompanhe!

Introdução

Antes de tudo, desenhe e decida como sua API irá lidar com as chamadas, como você vai documentar as funcionalidades e defina as limitações e escopos de uso, pois esses são fatores cruciais a serem considerados no momento de criação. Tão importante quanto criar, é monitorar o que está acontecendo com sua API.  Se a documentação for inconsistente, estranha, difusa, corre-se o risco de confundir os usuários e até afetar a sua base ou mesmo potenciais usuários.

1. Crie uma boa documentação

Um fator importante no desenvolvimento de uma boa API é facilitar a experiência do usuário – que no caso também é um desenvolvedor – para que ele consiga aproveitar as vantagens oferecidas pela sua API. Por isso a documentação se torna essencial: é ela quem vai mostrar como trabalham as funções e respostas de chamadas da sua API. Nessa fase, pode-se criar até mesmo tutoriais simples para que o desenvolvedor comece a entender melhor o que ele pode atingir com aquilo que você está ofertando para ele. Crie uma documentação clara, veja como que outras empresas criando essa documentação, seja transparente e use a comunicação de forma simples. 

Tão importante quanto ter uma documentação clara é fazer testes, é extremamente importante testar se sua documentação está correta, pode parecer óbvio, mas nem sempre acontece. Outra dica é testar com outros programadores para garantir que essa documentação, de fato, oferece informações satisfatórias, incentiva o uso da API, e ajuda a crescer a plataforma.

2. Seja consistente

Mais que um aspecto importante para auxiliar o usuário da sua API, ser consistente no desenvolvimento é o que vai fazer com que programadores consigam entender as funcionalidades de forma intuitiva sempre que houverem mudanças ou melhorias. 

Assim como softwares, uma API precisa ser atualizada para garantir que ela continue segura e estável. Grandes empresas, como o Facebook e a Apple, têm o costume de atualizar suas APIs constantemente e às vezes causam uma boa dor de cabeça para desenvolvedores que tentam entender formas de manter suas plataformas funcionando da mesma maneira.

Por isso a consistência é importante: faça melhorias na sua API sempre buscando manter uma linguagem que siga o mesmo padrão e trabalhe intuitivamente, assim você evita que outros programadores tenham dificuldades em manter seu uso e abandonem a integração com a sua plataforma.

3. Crie mensagens de erro compreensíveis

Durante a integração de diferentes plataformas com o uso da sua API é provável que alguns erros ocorram. Esse tipo de problema é normal, e pode ser facilmente resolvido caso o desenvolvedor consiga identificar o problema e trabalhar para que ele seja corrigido. Mas para que isso seja possível, você precisa ajudá-los com mensagens de erro explicativas ou com códigos que tenham referências na sua documentação. 

Simplesmente criar uma resposta de “ERRO”, ou “ERRO FATAL”, durante os testes vai tomar um grande tempo dos programadores para que eles possam encontrar os problemas específicos analisando o código. Mapeie os principais erros, e torne isso visível na sua documentação.

4. Planeje a longo prazo

É possível reparar que algumas APIs são robustas e atendem muito bem as necessidades imediatas do serviço ou sistema, mas que não existe um planejamento de longo prazo. Planeje uma evolução, projetar algo rigoroso logo no início, pode inibir o crescimento potencial daquela API, mas ter um roadmap pode lhe render uma vida útil bem maior.

Ao desenvolver sua API, é essencial que você analise as possibilidades atuais da sua plataforma e entenda as diferentes formas de integração possíveis no presente, para que assim seja possível atender essas demandas de forma rápida e eficiente. Mas ainda mais importante é pensar no futuro: quais são os planos de melhorias na sua plataforma? Você planeja oferecer novas funcionalidades? O que você vai precisar oferecer no futuro? 

Sabendo disso é possível desenvolver a sua API de maneira otimizada para que futuramente seja mais fácil incorporar novos elementos, e facilitar o trabalho dos desenvolvedores quando as novas funcionalidades forem disponibilizadas.

Conclusão

Para que você consiga uma grande taxa de adoção inicial da sua API, é necessário fazer com que ela seja amigável tanto em um primeiro momento como futuramente. Assim, faça de tudo para que desenvolvedores tenham facilidade em entender sua API e consigam criar suas soluções sem grandes problemas. Seguindo esses passos e oferecendo suporte constante de qualidade, sua API será mais adotada e amada, os desenvolvedores conseguirão criar soluções novas de forma simples, e sua plataforma será cada vez mais utilizada. Está com alguma iniciativa para desenvolver APIs dentro da sua empresa? Entre em contato conosco, podemos te ajudar com esse processo!

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